A Justiça de Rondônia alcançou uma vitória histórica contra o crime organizado, proferindo sentenças que somam mais de 147 anos de reclusão contra 18 membros de uma perigosa organização criminosa desmantelada durante a Operação Astúcia, deflagrada em 2018 na cidade de Urupá e região.
A operação, fruto de seis meses de investigação minuciosa conduzida pela Polícia Civil, revelou um esquema sofisticado no qual a ORCRIM praticava os crimes de Tráfico e Associação para o Tráfico de Drogas, além de crimes patrimoniais — furtos e roubos.
A rede criminosa atuava em Urupá, Alvorada do Oeste, Teixeirópolis, Mirante da Serra e São Francisco do Guaporé, sendo responsável por mais de 20 ocorrências de furto e pelo roubo de cinco veículos.
Em um desdobramento crucial após a divulgação dos foragidos, a equipe da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO 2) efetuou a prisão do principal alvo da operação, M. A. M, conhecido pelo vulgo “Chapolin”, capturado na cidade de Cacoal.
“Chapolin” foi investigsdo em diversos inquéritos policiais, além do processo que culminou nas sentenças da Operação Astúcia. Sua captura representa um golpe significativo contra a estrutura do crime organizado local e um importante avanço para a segurança pública.
A Polícia Civil reforça o pedido de colaboração da população para localizar alguns foragidos.
Informações sobre o paradeiro de foragidos podem ser repassadas de forma anônima e segura pelo Disque-Denúncia 197 da Polícia Civil.
O sucesso da Operação Astúcia é um testemunho do empenho dos policiais civis envolvidos, com apoio do Núcleo de Operações Aéreas (NOA). Há também reconhecimento especial ao Dr. Ronaldo Carvalho Campos, Delegado que presidiu a operação em 2018, e ao Dr. Fred Matos, Delegado Regional de São Miguel do Guaporé, cujo trabalho foi fundamental para desmantelar o esquema que por anos afligiu a população local.
Fonte: Assessoria





























































