O que começou como uma brincadeira entre mãe e filho dentro de casa acabou se transformando em um pesadelo judicial para a brasileira Amanda Alves Santana, de 31 anos, ex-moradora de Ouro Preto do Oeste, em Rondônia.
Amanda publicou um vídeo na função “Melhores Amigos” do Instagram em que aparecia brincando com o filho e um aspirador de pó, simulando que o aparelho iria “sugar” a parte íntima da criança.
Segundo Carlos Fernando, pai do menino e ex-marido de Amanda, o vídeo foi gravado em um momento de descontração familiar.
Outros vídeos da criança, registrados dentro da residência, também foram encontrados no aparelho analisado pela polícia.
Amanda afirmou que não imaginava que o algoritmo da Meta notificaria automaticamente as autoridades americanas responsáveis pelo monitoramento de crimes contra crianças.
O que a família encarou como ingenuidade e descontração foi classificado pela justiça como insinuação de abuso, resultando na prisão imediata da brasileira.
Durante a perícia no celular, autoridades encontraram fotos rotineiras do filho em momentos de banho e higiene.
Embora esses registros sejam comuns em álbuns de família no Brasil, o estatuto da Flórida os tipificou como posse de pornografia infantil.
A batalha judicial tem sido complicada. A promotoria recusou acordos de penas menores e exige 4 anos de detenção, enquanto a fiança foi fixada em 56 mil dólares.
No centro desse caso está o filho de Amanda, de 9 anos, que foi retirado da casa da mãe, levado inicialmente para um abrigo e, depois, entregue aos cuidados do pai.
A Justiça também determinou que Amanda não tenha qualquer contato com o menino.





























































